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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Nós Levantamos a Cruz!

 Nós Levantamos a Cruz!

    Em 25 de outubro de 2012, em virtude da Conferência Cristã Vida Nova na Igreja Batista da Capunga em Recife, tive a grande oportunidade conhecer o Rev. Dr. Russell Shedd, homem temente a Deus e renomado missionário batista.

    Na ocasião o Pastor Shedd teve a oportunidade de trazer a mensagem quem em seu clímax, pronunciou: "Esta é a mensagem da Cruz, que nós levantamos a Cruz".

    O quadro acima foi citado na ocasião pelo Dr. Shedd. É uma famosa pintura do pintor protestante Rembrandt Harmenszoon van Rijn (m.1669), o maior pintor da história holandesa. O nome desta obra de arte se chama A Elevação da Cruz nela vemos um soldado romano, os judeus e o próprio Rembrandt ajudando a erguer a cruz. Rembrandt se identifica como um dos responsáveis pela morte do Senhor Jesus Cristo na cruz do calvário. 

    Você já parou pra pensar que nós também somos responsáveis pela morte de nosso Senhor?

    Os nossos pecados foram lançados sobre Cristo na cruz, e Ele se fez maldito em nosso lugar pagando o preço pelos nossos pecados. Ele mesmo não teve pecado algum. Devemos, portanto, reconhecer que somente Ele é justo e que nós somos os verdadeiros merecedores da morte. É necessário que tenhamos em nosso coração o mesmo senso de pecado que possuiu este famoso artista e saibamos que não temos justiça própria, pelo contrário, necessitamos totalmente da Justiça que vem de Deus.

    Busquemos portanto a Justiça que vem de Deus, e que só pode ser alcançada pela fé. Cristo é a Justiça que procede de Deus, baseada na fé (ver Filipenses 3.9b). Sem o Senhor Jesus não existe salvação, nós necessitamos totalmente da justiça que emana de nosso Senhor e que só pode ser transferida da nós pela fé.

"Lembre-se o justo viverá por fé."

(Romanos 1.17)

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Deus Te Abençoe!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Aperfeiçoados



A nossa vida aqui é de fato um sofrimento, tanto para crentes ou descrentes, ricos ou pobres, todos nós sofremos. Passamos por angustias, somos traídos, muitas vezes, pelas pessoas que mais confiamos, sofremos violência, medo, e recebemos a cada dia a medida do salário que nos é devido. E este salário é a morte, em Romanos 6.23 está escrito, “o salário do pecado é a morte...”.
O diabo tem buscado, de muitas formas, enganar a humanidade inserindo na mente de muitos a ideia de uma falsa paz, de uma falsa comunhão entre os povos e uma falsa irmandade. Mas o fato é que nada nesse mundo tende a organizar-se. “Tudo tende a desordem”, é o que também nos afirma a segunda lei da termodinâmica. Mas vamos ficar nas escrituras!
Nós pecamos e pelo pecado fomos destituídos da ordem; da retidão; da perfeição; da glória de Deus (Rm 3.23) e uma vez destituídos dessa glória sofremos e morremos. Este é o preço a ser pago pela nossa corrupção. No entanto Cristo veio ao mundo para transformar em novo as coisas velhas, para nos refazer em uma nova criação (2 Co 5.17). Para recuperar a ordem que foi corrompida.
O preço a ser pago para nossa restauração à glória de Deus foi o mais alto possível. Implicou em tornar maldito o Justo; em desamparar o que é Completo; em fazer morrer o que é Imortal. Este foi preço pago pelo Senhor Jesus na Cruz do Calvário. Pois está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado em um madeiro” (Gl 3.13). Cristo tomou sobre si os nossos pecados fazendo-se ele mesmo maldito em nosso lugar. Cristo também sendo o próprio Deus e, portanto completo em si mesmo, foi também desamparado e clamou na cruz: “Eli, Eli, lamá sabactâni?” que é, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27.46). E Ele foi desamparado não porque foi achado em pecado, mas porque os nossos pecados; as nossas imperfeições foram lançadas sobre Ele, e a sua justiça e santidade, sendo retiradas dele são derramadas graciosamente sobre nós; sobre todos quantos crêem no seu nome, “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
            Dessa forma somos declarados justos e aptos para recebermos um corpo glorificado e gozarmos de uma vida perfeita com Senhor nas mansões celestiais que ele tem preparado para os santos que se uniram a Cristo e, por meio deste, obtiveram o cancelamento dos seus pecados. “E quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado” (1 Co 13.10).
            As nossas imperfeições terão fim, o pecado não mais existirá, a natureza calará o seu gemido, e nós estaremos perfeitamente completos em Deus e restaurados assim como a natureza também o será. Mas aqueles que desprezaram e rejeitaram o Filho e sua obra salvífica serão banidos do Reino de Deus e lançados no inferno.
Assim termino este breve texto com as palavras de São Paulo:
A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causas daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo”. (Romanos 8.19-23)
A esperança de paz e amor entre as nações e os povos, é impossível nesse mundo, mas esperamos confiados no dia em que o sofrimento cessará. Maranata (Nosso Senhor vem)!

Guilherme Barros

sábado, 10 de março de 2012

Quem pode te livrar da maldição?

Você já deve ter ouvido alguém se achar o melhor porque pratica boas obras, porque ajuda os pobres, porque não adultera, não rouba, não mata, e outras coisas mais. É interessante que pessoas assim, quando perguntadas se estão salvas, afirmam que sim e apontam para suas obras como prova disso; como prova de dignidade e justiça. Mas o que a Bíblia diz para essas pessoas? Está escrito no livro do profeta Isaías no capítulo 64 versículo 6 que “todas as nossas justiças” são como “trapos de imundície”, ou seja que as nossas melhores obras que são os nossos atos de justiça: não matar, não roubar, não cobiçar, não adulterar, etc. são como panos imundos, sujos e desprezíveis diante de Deus. Através disso entendemos o quanto nós somos maus e pecadores; na verdade o quanto o homem é maldito e não pode se chegar a Deus pelas suas próprias mãos.

Em Gálatas 3:10 diz que é “maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para pratica-las”. Com isso percebemos que somos de fato malditos, afinal, quem nunca mentiu, roubou, adulterou, matou...? Talvez você diga: Mas eu nunca roubei, nem matei, nem adulterei! Contudo, saiba que o só pensar em praticar alguma dessas coisas é tão pecado quanto fazê-las. Portanto, se você já mentiu isto te faz um mentiroso; se já roubou um ladrão, e assim por diante.

Mas eis a questão! Como se ver livre dessa maldição que nos condena ao inferno, “onde a choro e ranger de dentes” (Mateus 8.12)? Cristo disse que ele é o Caminho (João 14.6). Mas por que Cristo é o Caminho para nos livrar de tão terrível maldição? Em Gálatas 3.13 está a resposta, “Cristo nos rasgou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em um madeiro)”. Não há outro ser, ou deus, ou boa obra, que pode nos livrar de tão dura condenação senão aquele que é o Filho unigênito do Pai que se dispôs a se humilhar e morrer por nós, sendo nós ainda pecadores. Eu sou o caminho, e a verdade, e vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6). Quem pode te livrar é somente um o Senhor Jesus Cristo. Então vem e “crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” (Atos 16.31).

Guilherme Barros