terça-feira, 5 de julho de 2022

A Blasfêmia Contra o Espírito Santo

A Blasfêmia Contra o Espírito Santo

    Entre todos os pecados que se pode cometer, a blasfêmea contra o Espírito Santo é o único pecado relatado na Escritura, do qual é dito que nunca haverá perdão, nem nesta era nem na que há de vir.

    Em Mateus 12.30-32 está escrito: "Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha. Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmea serão perdoados aos homens; mas a blasfêmea contra o Espírito não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo nem no povir".

    Na passagem acima Jesus estava sendo confrontado pelos fariseus e escribas. Marcos e Mateus revelam que o motivo de Cristo ter revelado esta verdade foi porque os farizeus e escribas, diante dos milagres de Jesus e ao ouvirem a multidão admirada dizer, "É este, porventura, o Filho de Davi?"(Mt 12.23) eles afirmaram o contrário do que estava diante dos seus olhos dizendo que Jesus estava possesso de um espírito imundo (Mc 3.30).

Confira também:

Mateus 12.24 - "Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios."

Marcos 3.22 - "Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios."

Lucas 11.15 - "Mas alguns dentre eles diziam: Ora, ele expele os demônios pelo poder de Belzebu, o maioral dos demônios."

    Queremos deixar claro que embora haja uma distinção no texto entre a blasfêmia contra o Filho do homem e a blasfêmia contra o Espírito, isso não quer dizer que o Filho é menor ou menos importante que o Espírito Santo. "Ao contrário, no contexto do argumento mais abrangente, o primeiro pecado é a rejeição do evangelho (ao qual pode haver arrependimento e perdão), ao passo que o segundo pecado é a rejeição da mesma verdade do evangelho com plena consciência daquilo que se está rejeitando - ponderada, voluntária e conscientemente rejeitando a obra do Espírito mesmo que não haja outra explicação para as expulsões de demônios realizadas por Jesus" (CARSON, p 346). Além disso, o pecado de blasfêmia contra o Espírito também é pecado contra o Filho, tendo em vista que ao blasfemar contra o Espírito o indivíduo também atribui mentira às palavras e obras de Cristo dizendo que tais palavras e obras, não são pelo poder de Deus, mas pelo poder do demônio. 

    O testemunho do Novo Testamento demonstra que o pecado contra o Espírito Santo é o pecado da permanente incredulidade, bem como o pecado da apostasia. 

Veja o que diz a carta aos Hebreus 6. 4-6: "É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia."

    Portanto, se você, que leu este artigo, está buscando a Deus, demonstra arrependimento, e roga pelo perdão de Cristo confessando os seus pecados, estas coisas demostram que você não blasfemou contra o Espírito Santo e que deve continuar crescendo na graça de nosso Senhor.

    Termino este artigo nas palavras de D. A. Carson: "O Novo Testamento revela quão perto o indivíduo pode chegar do reino - saboreando, tocando, percebendo e entendendo. E ele também mostra que é imperdoável alcançar tanto e rejeitar a verdade. É o mesmo nessa passagem. Jesus acusa que aqueles que percebem que seu ministério é capacitado pelo Espírito e, depois, por qualquer motivo (rancor, ciúme ou arrogância) atribui-o a Satanás, tornaram-se inaceitáveis. Para eles não há perdão, e esse é o veredicto daquele que tem autoridade para perdoar pecados".

E daí, se Jesus morreu por nós?


 E daí, se Jesus morreu por nós?

    Essa é a pergunta de um ateu proselitista, ou um "pregador ateu" da internet. De fato, a sua sugestão no vídeo é coerente com a insensatez que ele prega. Para um ateu, Jesus Cristo não é tudo que a Bíblia afirma. A Bíblia, portanto, é mentirosa, para ele. Na ótica de um ateu, Jesus foi apenas um homem que passou e morreu como qualquer outro, ou mesmo que nem existiu, é apenas uma lenda. Esse é o ponto de vista que um ateu tem por realidade a respeito de Jesus: foi só mais um personagem da história ou de uma fantasia criada para responder perguntas das quais, hoje, já obtivemos as respostas, atualmente, portanto sua morte, se ocorreu, não importa; não tem significância. 

    Para nós cristãos, a morte e a ressurreição de Cristo representa pontos centrais da nossa fé. Se não crermos que Jesus morreu e que tembém ressucitou não seremos salvos. O apostolo Paulo afirma: "Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressucitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Coríntios 15.3,4).

    Cristo morreu pelos nossos pecados! Jesus Cristo é, portanto a oferta oferecida a Deus como pagamento pelos nossos pecados. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele foi entregue pelo próprio Pai, por amor de nós, para que pudessémos ser salvos, "porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16). Para o Cristão a morte e a ressurreição de Jesus Cristo são absolutamente necessárias. A morte satisfaz a justiça do Pai, a ressurreição anuncia sua vitória sobre a morte. Na morte e ressurreição de Jesus os grilhões da morte são quebrados e abertos os portões da Vida.

    Mas o ateu diz: "E daí, se Jesus morreu por nós?". A descrença e zombaria do ateu são tolice. Seu olhar materialista cogita apenas nas coisas do mundo, no entanto o seu coração permanece inquieto. Não há paz na vida do ateu, pois a lei de Deus está gravada no coração de todo homem, e essa lei declara todo homem culpado perante o Senhor, de modo que, se alguém nega o Criador, não é capaz apenas de viver, simplesmente como se realmente não existisse um Deus. Faz-se necessário na vida de um ateu viver na constante negação de seu Criador. O grande dilema do ateísta não que ele não acredita em Deus, mas que ele O odeia. Não existe paz na vida do ateu, porque ele odeia o Principe da Paz e dedica sua vida a constante afirmação desse ódio.

    O Cristão, ao contrário do ateu, encontra em Cristo verdadeira paz! A lei de Deus também está no seu coração, e quando somos acusados por ela, nós reconhecemos com um, "Eu pequei! Miserável homem que sou!". Nós, crentes,  nos prostramos diante do Cordeiro que foi morto pelos nossos pecados e o seu sangue nos lava e purifica de todo pecado. Há paz na vida do crente! Os cristãos portanto anunciam as boas novas, o Evangelho que traz paz com Deus a todo que crê. 

    Diante da morte, ao ateu, só lhe resta o dezespero, mas ao Cristão, a morte é a entrada para a vida eterna, pois o Cordeiro que morreu, venceu a morte e ressuscitou, assim o crente poderá dizer para a morte: "Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Coríntios 15.54-57).

E daí se almas tolas não acreditam que Jesus morreu por nós? Nós temos a certeza! Nosso Cordeiro venceu, vamos segui-lo!

sexta-feira, 24 de junho de 2022

7 Frases Marcantes Sobre Sofrimento


 7 Frases Marcantes
 Sobre
Sofrimento

1. Se Deus o está castigando agora por causa de seus pecados, você deve se contentar em sentir a amargura do pecado, antes de provar as consolações.

(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 29)

2. Seja qual for o seu caso, você deve reconhecer que seus sofrimentos não são tão grandes quanto seus pecados. As provações do povo de Deus na Babilônia foram únicas; no entanto, Esdras reconhece: "Ó nosso Deus, nos tens castigado menos do que merecem as nossas iniquidades" (Esdras 9:13). Se nosso Juiz, em Sua clemência, nos enviar para a Babilônia em vez do inferno, não temos motivo para reclamar.
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 26)

3. Creia firmimente que Deus é bom para os que o amam, e que há perdão para o pecador penitente. E, se todas as estrelas retirarem a sua luz enquanto você estiver nos caminhos de Deus, então, tenha certeza de que o Sol está perto de nascer.
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 29)

4. Deus nunca envia aflições para incapacitar você, mas para ti despertar para o desemepenho do dever. Para fazer você se arrepender mais profundamente, orar mais fervorosamente, correr para Cristo com mais sinceridade e pensar no Céu mais intensamente.
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 30)

5. Para mantê-lo paciente diante de suas provações, apenas compare seu sofrimento com o de outros... Você tem angústias intensas em seu corpo? Outros têm feridas dolorosas em sua alma. Você tem apenas uma provação, outros têm muitas entrelaçadas juntas. Alguns têm suas consolações arrancadas, você ainda tem consolações remanescentes.
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 34-35)

6. A duração da aflição  é geralmente o gracioso momento do encontro com Deus e Seu povo, o momento dos mais raros consolos e mais doces prenuncios do Céu a eles, de acordo com 2 Coríntios 1.5: "Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grade medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo." 
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 36)

7. Os alegres louvores dos mártires na fogueira em chamas faziam com que as pessoas voltassem para casa com amor à religião em seus corações. 
(Seleções da Biblioteca de Spurgeon - Sofrimento. Seleção de John Willison p. 39)

terça-feira, 31 de maio de 2022

O que é ESCATOLOGIA?


O que é Escatologia?

por Anthony Hoekema

    O termo  "escatologia" origina-se de duas palavra gregas, eschatós  lógos, e significa "doutrina das últimas coisas". Geralmente, tem sido entendido como referindo-se a eventos que ainda virão a acontecer, relacionados tanto com o indivíduo como com o mundo. 

    Com relação ao indivíduo, é dito que a escatologia se ocupa de assuntos tais como morte física, imortalidade, e o assim chamado "estado intermediário" - o estado entre a morte e a ressurreição geral. Com relação ao mundo, a escatologia é vista como tratando da volta de Cristo, da ressurreição geral, do juízo final e do estado final das coisas. Mesmo concordando em que escatologia bíblica os tópicos acima mencionados, nós temos de insistir em que a mensagem da escatologia bíblica será seriamente empobrecida se nela não incluirmos a situação presente do crente e a fase final do reino de Deus. Em outras palavras, a escatologia bíblica completa precisa incluir tanto o que podemos chamar de escatologia "inaugurada" como a escatologia "futura". 


👆Aprenda mais sobre este tema 
lendo o livro: A Bíblia e o Futuro

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Espanha Proíbe ORAR!



 Na ESPANHA é Proibido Orar!

    "Todos os presidentes do reino, os capitães e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição em qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões."
(Daniel 6.7)

    No mês de abril a Espanha aprovou a lei para prender quem orar contra o aborto. O Senado da Espanha aprovou na quarta-feira (06/04) uma mudança no código penal do país, que prevê prisão e restrição a determinados locais, para pessoas que orarem em frente a clínicas de aborto, visando convencer mulheres a desistirem de assassinar seus filhos no ventre. (Gospel Prime)

segunda-feira, 9 de maio de 2022

A Si Mesmo Se Humilhou


A Si Mesmo Se Humilhou

por Charles Spurgeon

"A si mesmos se humilhou, tornando-se obediente até
à morte e morte de cruz".
(Filipenses 2.8)

    Jesus é o grande mestre quanto à humildade de coração. Precisamos aprender com Ele diariamente. Veja o Mestre pegando uma toalha e lavando os pés de Seus discípulos! Seguidor de Cristo, você não se humilharia? Veja-o como Servo dos servos, e certamente você não poderá ser orgulhoso!

    "A si mesmo se humilhou": esta frase não é o sumário de Sua biografia? Não estava Ele na Terra, sempre despindo primeiro um manto de honra e depois outro, até que, nu, foi preso à cruz? E lá, não se esvaziou do Seu homem interior, derramando Seu sangue vital, entregando-se por todos nós, até que o colocaram num sepulcro emprestado? Quão humilde foi o nosso Redentor! Como podemos ser tão orgulhosos?

    Fique aos pés da cruz e conte as gotas vermelhas pelas quais você foi purificado. Veja a coroa de espinhos; observe Seus ombros açoitados ainda jorrando fluxos vermelhos. Observe as mãos e os pés entregues ao duro ferro e todo o Seu ser entregue a zombaria e ao escárnio. Considere a amargura, as dores e os espasmos de sofrimento interior revelando-se em Seu corpo exposto; ouça o grito emocionante: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" E se você não cair prostrado no chão perante aquela cruz, é porque nunca a viu: se não é humilde na presença de Jesus, você não o conhece. 

    Você estava tão perdido que nada podia salvá-lo, a não ser o sacrifício do unigênito de Deus. Pense nisso e, como Jesus se rebaixou por você, incline-se humildemente aos Seus pés. Um sentimento do incrível amor de Cristo por nós tem mais tendência a nos quebrantar do que a consciência da nossa própria culpa. 

    Que o Senhor nos leve À contemplação do Calvário, então nossa posição não será mais a do homem pomposo e orgulhoso, mas tomaremos o humilde lugar daquele que muito ama, porque muito lhe foi perdoado. O orgulho não pode viver à sombra da cruz. Vamos nos sentar diante da cruz e aprender nossa lição, e, então, levantar e colocá-la em prática.


quinta-feira, 5 de maio de 2022

Deus Libertará


Deus Libertará

por John Dod e Robert Cleaver

"Busquei ao SENHOR, ele me acolheu;
livrou-me de todos os meus temores."
Salmo 34.4


    Seja qual for o infortúnio que os filhos de Deus estejam enfrentando, no melhor momento Ele os libertará. Os israelitas estavam vivendo debaixo de uma longa e intensa aflição durante muitos anos, de tiranos que lhes açoitavam e lanhavam o corpo, forçando-os a trabalhar além de suas forças e obrigando os pais (a mais intolerável das afrontas) a afogar os próprios filhos. Ninguém jamais havia recebido tratamento tão odioso; vemos, no entanto que Deus os libertou.

    No Salmo Ele diz: "Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra". Não era de riqueza, nem de dinheiro que eles careciam; nem de amigos, porque as vezes eles não tinham nenhum; nem de força, porque eram fracos e sofriam humilhações. Deus, porém, os libertara. Deus permitirá que obtenham justiça, fé e o espírito de oração; apesar de estarem dentro da fornalha ardente do Faraó, em regime de escravidão, Deus permite que clamem e, após o clamor, os libertará. 

    Foi assim nos tempos de Ester, tempos de aflição assombrosa, porque o dia da execução estava marcado, quando todo o povo de Deus seria morto à espada, e nenhuma vida seria poupada. Mas agora, quando eles podiam clamar a Deus e não tinham ninguém mais a quem recorrer senão a Ele, sabendo que o Senhor poderia ajudá-los se fosse essa a Sua vontade e também por causa de Sua promessa de libertá-los, vemos, então, que o dia marcado para sofrimento do povo foi transformado em alegria; que aquilo cujo propósito era destruí-los causou a destruição de seus inimigos; e o dia mais extrema angústia provou ser o dia mais alegre de todos, o dia da libertação.

FONTE: Dia a Dia com Os Puritanos Ingleses



sábado, 9 de abril de 2022

Domingo é o Dia do Senhor, você sabe o porquê?

 


Domingo é o Dia do Senhor, você sabe o porquê?

“Achei-me em espírito no, no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim, grande voz, como de trombeta”

(Apocalipse 1.10)

 

                 Quando Bunyan¹ escreveu sobre o dia do Senhor em 1685, ele estava lidando com a mudança de dia do sétimo para o primeiro, chamando sua obra de— Questões sobre a Natureza e Perpetuidade do Shabbath do Sétimo Dia. Ele disse que o domingo tinha o sinal da glória do Senhor sobre ele, pois a graça divina está posta nele, visto ser o dia da comemoração semanal da ressurreição (Mt. 28:1- 10).

O primeiro dia da semana se tornou o dia de adoração para as igrejas do Novo Testamento por causa da ressurreição. Citando Hebreus 4:10, Bunyan diz que o dia de descanso de Cristo é o domingo, pois nele Cristo cessou de suas obras tendo conquistado a morte ao ressuscitar.

Domingo sendo o dia de descanso para o Filho de Deus, ‘deve ser o dia de descanso para a sua igreja também’. Nessa luz, Bunyan disse: ‘ele removeu o sétimo dia, mas não deixou nenhum dia para os santos se reunirem para adorar? O sétimo dia se foi com suas sombras, mas o selo divino está sobre o primeiro dia’.

Bunyan resume tudo isso dizendo que esse é o primeiro dia da adoração da igreja, pois:

(a) Cristo iniciou-a nesse dia

(b) o Espírito Santo aprovou-a nesse dia

(c) as igrejas praticavam-na nesse dia e

(d) Apocalipse 1:10 confirma esse dia às igrejas até o fim do mundo.

 

Fonte: Trecho do artigo Shabbath: O Dia do Senhor escrito por Ian McNaughton.

¹John Bunyan: Pastor batista inglês do séc. XVII. Sua obra mais conhecida é o livro O Peregrino.

 

quinta-feira, 7 de abril de 2022

ENQUETE: Você é contra ou a favor do ABORTO?

 


Desde já te agradeço pelo seu voto e opinião!
Vote na enquete abaixo. Deixe sua opinião. E se desejar compartilhe para que mais pessoas votem sobre este tema tão importante.

Abortos: Uma Pandemia por Mês!

 Um mês de Aborto no Mundo Mata 
mais que toda a Pandemia!

    Durante a pandemia de COVID-19, todos nos preocupamos com o uso de máscara, vacinas e as dezenas de protocolos criados pelos governantes junto as suas secretarias de saúde. Enquanto isso acontecia, uma outra pandemia silenciosa matava e continua a matar aqueles que não podem gritar ou exigir quaisquer de seus direitos.

ENQUETE: VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR DO ABORTO?

    De acordo com o Worldometers, um painel que apresenta diversas estatísticas mundiais, somente os abortos cometidos em janeiro 2021 ultrapassaram o número de todas as mortes por COVID-19 no mundo durante a pandemia. Somente em janeiro de 2021 os abortos realizados no mundo passaram dos 3 milhões! A titulo de comparação a pandemia, desde seu inicio em 2019 até janeiro de 2021, havia causado 2,8 milhões de mortes, ou seja 200 mil mortes a menos que os abortos.

    Mas os mesmos que se mostram favoráveis aos lockdowns com a desculpa de que é "para salvar vidas", são os mesmo que defendem o genocídio silencioso no ventre de mulheres assassinas. 

    Agora estes políticos abortistas querem, mais uma vez, tomar o poder de nosso país defendendo abertamente a legalização o aborto no Brasil.

    A Palavra de Deus diz: "Não Matarás" (Êxodo 20.13)

    Mas tais políticos favoráveis as mulheres matricidas dizem:

"Aqui no Brasil, as mulheres pobres morrem tentando fazer aborto, porque é proibido, o aborto é ilegal", disse. "Aqui ela (a mulher) não faz porque é proibido, quando na verdade deveria ser transformado numa questão de saúde pública e todo mundo ter direito e não ter vergonha. Eu não quero ter um filho, eu vou cuidar de não ter meu filho", argumentou Luiz Inácio Lula da Silva.

    Ninguém em sã consciência defende a legalização dos assaltos porque bandidos pobres estão morrendo durante assaltos. Mas é exatamente esse o raciocínio esquizofrênico dos esquerdistas sacerdotes de Moloque.

    Além disso, querem transformar em um direito aquilo que é vergonhoso. Votar nesse tipo de ser pensante as avessas é o mesmo que votar em Satanás para nos governar. Cuidado crente em quem você votar! Quem for eleito regerá as políticas de saúde pública do nosso país. Não seja cumplice das matricidas que pagam para matar seus filhos em seus próprios ventres!



quarta-feira, 6 de abril de 2022

O Que a Bíblia Faz

 


Que a Bíblia Faz

SALMO 19.7-9

REVIGORA-NOS

A Bíblia traz vigor ao nosso interior, e esse revigoramento é um vivificar – uma conversão – do indivíduo como um todo. A perfeita Palavra de Deus revigora a alma e a desperta para a vida eterna.

A lei do SENHOR é perfeita, e revigora a alma.

           
TORNA-NOS SÁBIOS

Na Bíblia, Deus lhe diz quem ele é e o que exige de você. Esse conhecimento é digno de confiança, e, à medida que você o encontra e passa a crer nele, passa a crescer em sabedoria.

Os testemunhos do SENHOR são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes.

           
DÁ-NOS ALEGRIA

A Bíblia nos dá preceitos – regras para nosso comportamento e diretrizes para nossa vida. Quando vivemos seguindo tais preceitos, levamos um vida alegre, livres de nosso pecado e livres para honrar e obedecer a Deus.

Os preceitos do SENHOR são justos, e dão alegria ao coração.

           
DÁ-NOS CLAREZA

Os mandamentos de Deus nãos são penosos, mas permitem que vejamos o mundo com clareza para que possamos tanto agradar como honrar a Deus.

Os mandamentos do SENHOR são límpidos, e trazem luz aos olhos.

           
AJUDA-NOS A SER PUROS

A Palavra pura de Deus nos limpa e muda para sempre nossos pensamentos, nossas atitudes e nossos comportamentos, para que possamos viver com alegria diante de nosso Deus.

O temor do SENHOR é puro, e dura para sempre.

           
AJUDA-NOS A SER PIEDOSOS

Ao ler a Bíblia, conseguimos compreender como e por que Deus exerce juízo, além de podermos, agora, viver à altura de seus critérios – podemos adequar nossa vida com seus desejos.

As ordenanças do SENHOR são verdadeiras, são todas elas justas.

👆FONTE: Teologia Visual


terça-feira, 5 de abril de 2022

Um Testemunho Proibido!


 

Um Testemunho Proibido!

Atenção: Este texto abaixo foi escrito por Vander Rodrigues e foi postado em 23 de maio de 2008 originalmente sob o título: "Por trás do arco-íris da homossexualidade". O contato de seu autor é: vanderdoze@yahoo.com.br

"O deslumbrante arco-íris da homossexualidade, aparentemente prazeroso e excitante, com sua obsessão sexual e a constante troca de parceiros, esconde uma verdade incontestável: Não existe amor no estilo de vida gay ou qualquer satisfação emocional no homossexualismo. Tudo não passa de escravidão psicológica e sexual.

Durante os anos em que estive escravizado na homossexualidade, eu procurava mais amor do que sexo ou qualquer outra coisa. Acreditava que seria feliz e encontraria paz em meus sentimentos e emoções, assumindo a homossexualidade como estilo de vida. Pensava que não deveria reprimir meus desejos e que deveria “sair do armário” e viver de acordo com esse desvio sexual, freqüentando os points gays e convivendo com homossexuais.

Contudo, chegou o tempo que compreendi que nada mudava dentro de mim. Aquele enorme vazio, solidão e frustração continuavam ali para me acusar da vida miserável que me oprimia. Vi claramente que não existia um pote cheio de ouro no fim do arco-íris da homossexualidade, mas sim um verdadeiro mercado de carne, no qual quem tem boa aparência, dinheiro e posição social adquire um bom filé. Mas depois que se satisfazem, eles jogam o filé fora, e fingem que nada aconteceu. Em nossa fraqueza humana, temos desejo inegável de ser amados e aceitos, porém é por causa dela que buscamos isso com pessoas erradas e em lugares errados.

A maioria dos homossexuais que conheci é capaz de qualquer coisa — baixaria, vulgaridade, perda do amor próprio — para satisfazer seus desejos sexuais. Eles não se contentam em ter relações sexuais com uma só pessoa. Eles saem à “caça” de outros amantes, mesmo quando estão “apaixonados” por seus parceiros. Para os homossexuais, levar mais um desconhecido para cama é quase uma missão. Satisfazem a carne, mas aprisionam a alma.

Nessa busca desenfreada e insaciável pelo prazer, eles fazem de tudo para se sentirem mais atraentes e desejáveis, até mesmo realizando verdadeiras aberrações nos próprios corpos. Por estarem tão cegos pela obsessão sexual, chega o tempo em que eles nem escolhem mais com quem terão relações sexuais, nem usam mais preservativos e pagam um alto preço por tamanha irresponsabilidade. Alguns são assassinados por seus parceiros ou por alguém que acabam de conhecer. Outros contraem doenças sexualmente transmissíveis e há aqueles que se entregam a outros vícios para fugir da realidade que os oprime.

Tenho certeza que não estou sendo preconceituoso, pois o que escrevo está baseado em minhas próprias experiências na homossexualidade. Ninguém me revelou nada. Descobri através da leitura bíblica e das revelações do Espírito Santo de Deus. As experiências no “fantástico e depressivo” mundo gay me fizeram entender que as relações homossexuais são raramente satisfatórias, porque falta sempre algo importante nesses relacionamentos.

Na homossexualidade, de acordo com o que vivenciei, o amor e qualquer outro sentimento raramente são satisfatórios, porque sobra desconfiança e insegurança. Eles sempre mudam de parceiros porque buscam algo que esperam encontrar, mas jamais descobrem o que é. São, portanto, pessoas carentes, infelizes, solitárias, indecisas em suas vidas, escravizados por uma necessidade compulsiva de entrar em contato sexual com outros. Eles mesmos deploram o que fazem, mas não conseguem controlar inteiramente.

No entanto, como qualquer outro pecado, igualmente proibido pelas Santas Escrituras, existe uma diferença bem clara entre pecado e aquele que comete o pecado. A condenação é destinada para o pecado, enquanto que para o praticante são oferecidos o perdão e a transformação de vida.

É claro que não é minha intenção julgar ninguém ou desrespeitar o livre arbítrio das pessoas, nem tampouco discriminá-las pelos caminhos que trilharam em suas vidas. Também não quero dizer que sou melhor do que os outros, porque não sou. Tenho falhas, cometo pecados e careço da graça de Deus. Também sou contra qualquer manifestação de preconceito e discriminação, e sei que, por causa de muitos tabus, alguns que estão precisando de ajuda redentora, se escondem em seus pecados porque sabem que, mesmo nas igrejas, encontrarão barreiras e condenação. Não é de se admirar que muitos pastores, padres e líderes cristãos prefiram viver “encubados” e escondidinhos dentro de seus “armários”, ao invés de revelar e pedir ajuda em as suas lutas internas. Eu sei o que eles sentem.

Houve época em minha vida — distante, graças a Deus — em que eu acreditava que a escuridão de uma senzala espiritual era o meu destino; que como qualquer escravo eu jamais experimentaria liberdade. Durante boa parte da minha vida, encontrei-me sem esperanças diante de imensos obstáculos e desafios que eu julguei que jamais venceria. Sentia-me a pessoa mais infeliz do mundo — justamente porque eu estava preso no calabouço da homossexualidade. Mas quando identifiquei e dei nome para a escravidão que me afligia, não me esquivei da necessidade de reconhecer a minha parcela de culpa face à essa escravidão. Pelo contrário, lutei contra aquilo que acreditava ser eu mesmo e venci!

Entretanto, não foi uma vitória solitária. Eu tive ajuda e uma ajuda mais do que especial. Jesus apareceu e me ensinou um novo jeito de ter paz e de ser amado. No momento em que tomei consciência do pecado em mim, eu o confessei e lhe dei as costas, com todas minhas forças. Por causa do amor insubstituível de Jesus, os prazeres do mundo perderam seus sabores para mim. Não há nada de encantado nesse arco-íris. Há apenas perversão, dor, lágrimas e imoralidade."

Vander Rodrigues

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