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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
Teologia Visual: Veja a Verdade
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Nazismo e Comunismo: Dois Lados da Mesma Moeda
terça-feira, 8 de fevereiro de 2022
Esquerda Dialogando com Cristãos - Posso Ser um Cristão de Esquerda?
Esquerda Dialogando com Cristãos
Recentemente os partidos de esquerda manifestaram o desejo de estreitar os laços com os cristãos. A pouco tempo pudemos testemunhar o ex-presidente Lula buscando aproximação com os evangélicos. Vimos também o Ciro Gomes junto ao Cabo Daciolo, indo para o culto, quem diria? Todos sabemos que o discurso de Daciolo, desde sempre, é um discurso comunista travestido de cristão, para o engano de uma parcela gigantesca de eleitores. E para quem quer forçar um pouco a memória, vimos também os ateus comunistas Fernando Hadad e Manuela D'Ávila rezando juntos na missa. Para quem um ateu reza?
Mas que diálogo pode existir entre Cristãos e Comunistas. Muitos crentes declaram seu apoio aos partidos de esquerda, a maioria iludidos pelo, falso e hipócrita, apoio as minorias e causas sociais. Outros, no entanto, há muito deixaram o serviço a Cristo e agora server as causas dos Partidos Comunistas, entre estes últimos, estão principalmente padres, pastores e membros apostatas, de ambos os ramos do cristianismo que trocaram Jesus Cristo pelas moedas vermelhas do comunismo. Traem o seu Senhor com um beijo na face!
Foi manchete nos jornais do último fim de semana, o vereador comunista e o seu bando invadindo uma igreja e cometendo o crime de vilipendio de culto (pena de um ano a um mês de detenção ou multa). Eles vão pagar?
É claro que a esquerda sempre inventa uma desculpa para seus atos criminosos. Dessa vez o pretexto foi o pedido de justiça pela morte do congolês Moïse, morto na samena passada no Rio de Janeiro. Para os invasores do culto, a morte foi um caso de racismo. Para eles também, a igreja é a culpada pelo racismo e a morte do congolês.
Interessante, é que um dos criminosos que matou Moïse, estava solto, mesmo com diversos crimes nas costas, justamente por causa de leis que beneficiam bandidos, leis estas que sempre são promovidas por parlamentares de esquerda. Moïse não foi morto por racismo, ele foi morto por criminosos promovidos e inocentados pelas políticas de vereadores, deputados e senadores comunistas que desejam espalhar o caos na sociedade e aparecer como os "salvadores da pátria", e assim tomar o poder.
Resumindo, não pode haver diálogo verdadeiro entre Cristãos e Comunistas. Pelo simples motivo de que as ovelhas ouvem a voz do seu Pastor (Cristo) e os socialistas ouvem a voz do seu Partido. Como disse Orwell, sobre as intenções totalitaristas da esquerda: "Não estamos interessados no bem dos outros; só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro."
Para os cristãos todo poder, toda honra, e toda glória pertencem a Jesus Cristo. Para os socialistas todo poder, toda honra e toda glória pertencem ao Partido. Os socialistas não suportam nenhum poder acima do Partido. Os socialistas nunca suportarão Jesus Cristo, a não ser que o Senhor Jesus se dobre diante do Partido.
Um certo ser disse o seguinte para Jesus mostrando-lhe todos os reinos da terra: "Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares" (Mateus 4.9). Mas as palavras de Jesus para os poderosos deste mundo e para suas ovelhas, são: "O meu reino não é deste mundo..." (João 18.36).
Você se diz um cristão socialista? Abra os olhos enquanto não seja tarde demais!
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sábado, 5 de fevereiro de 2022
E Se A Salvação Estivesse Em Nossas Mãos?
E Se A Salvação Estivesse Em Nossas Mãos?
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Quais os 3 Livros Cristãos Mais Vendidos no Brasil?
Quais os Livros Cristãos Mais Vendidos no Brasil Atualmente?
04 de fevereiro de 2022
Saber quais são os livros mais vendidos, além de matar a curiosidade, nos fala muito sobre o modo como as pessoas estão pensando. Os livros exercem uma capacidade de influência muito grande na sociedade. Nós cristãos devemos ser especialmente influenciados pela Bíblia que é a nossa regra de fé e de prática. Mas outros livros escritos por cristãos tementes a Deus também nos ajudam a moldar a vida cristã e mesmo a compreender a Escritura. Os livros cristãos também são uma maneira de compartilhar nossa fé no Deus vivo e nos ajudam a alcançar mais pessoas para o Senhor Jesus Cristo.
1. Cartas de Um Diabo a Seu Aprendiz
Apesar do título ser assustador, é um livro fictício que conta a história de um demônio aprendiz que recebe instruções de um demônio experiente para atormentar um homem na sua caminhada cristã. O livro, apesar de ser uma ficção, nos ensina muito a respeito de quais estratégias o diabo se utiliza para nos afastar dos caminhos do Senhor. Quanto ao autor é o renomado C. S. Lewis, autor também das famosas Crônicas de Nárnia.
2. Cristianismo Puro e Simples
Também de C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples foi produzido entre 1942 e 1944, a partir de palestras dadas pelo autor na rádio BBC de Londres. Neste período, enquanto acontecia a Segunda Grande Guerra Mundia, Lewis foi convidado para falar da fé cristã. O livro nos chama a fazer um autoexame da fé, ao mesmo tempo que nos lembra da simplicidade do evangelho.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Pecado ou Crime, Qual a Diferença?
Pecado ou Crime?
Na igreja costumamos ensinar as crianças que pecado é tudo aquilo que nós fazemos, falamos ou pensamos que desagrada ao nosso Deus. A Bíblia nos ensina que Deus reage ao pecado com ira sobre os homens: "A ira de Deus se revela do Céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça" (Romanos 1.18).
O Rev. Cornelius Plantinga Jr. em seu livro Não Era Para Ser Assim, nos traz uma definição mais elaborada, ele afima:
Pecado é a perturbação culpável do shalom - isto é, culpável aos olhos de Deus. Dessa forma e de outras, o pecado distingue-se de seus vizinhos conceituais. Mesmo que em parte se sobreponham, pecado é diferente de crime, por exemplo. A razão principal para a distinção é óbvia: crime é relativo a uma disposição estatutária de uma forma que o pecado não é. Alguns pecados, como emitir um cheque sem fundos para comprar bilhete de loteria, provavelmente quebrariam o código de leis de qualquer jurisdição em que hajam bancos e loterias. Muitos pecados, porém (por exemplo, gastar a vida em coisas inúteis) são perfeitamente legais e outros (como impiedade) em algumas jurisdições legais são até mesmo obrigatórios. (PLANTINGA JR. 1998, p.31)
Assim Plantinga Jr. nos ensina que:
1. Nem todo pecado é crime.
Por exemplo, quanto ao nosso contexto aqui no Brasil, onde as pessoas podem ser prostitutas e homossexuais, se desejarem, ou mesmo podem adulterar, ou embriagar-se não são crimes, mas sempre serão pecados.
2. Nem todo crime é pecado.
Por exemplo, protestar contra um estado autoritário que mata pessoas indiscriminadamente, pode em muitas ocasiões configurar crime diante do Estado. No entanto, não é pecado. Manter-se firme na prática e pregação do Evangelho, pode, em muitas nações ser considerado crime, mas nunca será pecado.
3. Algo que é pecado pode ser ao mesmo tempo crime e vice-versa.
Roubar, matar, abandonar pessoas incapazes, etc. São poucos dos inúmeros exemplos que você e eu sabemos ser crime e pecado ao mesmo tempo.
Plantinga Jr também acrescenta: "Por outro lado, ainda que muitos crimes ofendam a Deus e sejam assim contados como pecados, algumas formas de desobediência civil por causa justa (como demonstrações e protestos pacíficos contra segregação racial ou contra a impunidade dos poderosos) podem ofender a César, mas não a Deus."
Como cristãos devemos ter esses conceitos vivos em nossas mentes, pois nem sempre poderemos dizer sim para o Estado (em muitas ocasiões fazer isso pode até ser um pecado). Em muitos momentos teremos que nos posicionar contra leis e decretos que ferem os valores e princípios divinos estabelecidos na Palavra de Deus.
Lembre-se: "Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5.29).
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
Paz Pessoal e Prosperidade: Uma Ameaça à Liberdade - Final
Paz Pessoal e Prosperidade:
Uma Ameaça à Liberdade
PARTE FINAL
A Redistribuição Radical da Riqueza do Mundo
A redistribuição da riqueza do mundo deveria vir acompanhada de pelo menos duas coisas. Em primeiro lugar, deveria haver uma diminuição da prosperidade e riqueza daqueles indivíduos e países que têm como garantido certo nível de prosperidade. A História recente mostra como as pessoas e nações são rápidas para efetuar mudanças em seus princípios, passando a adotar os princípios das outras nações e das outras pessoas quando se sentem ameaçadas. Em segundo lugar, seria necessário haver uma redistribuição do poder no mundo. Numa espiral regressiva de prosperidade e poder mundial, as pessoas acabarão se entregando bem mais facilmente a um governo autoritário, movidas pela esperança de que um poder como este possa de alguma forma amenizar os resultados desagradáveis de uma diminuição da prosperidade e poder mundial.
Uma Crescente Carência de Alimentos e de Outros Recursos Naturais
Este último ponto pode vir a assumir importância cada vez maior. Já que o consenso cristão se extingue em países em que ele previamente existia, já era de se esperar que isto fizesse alguma diferença, não só dentro das fronteiras das próprias nações, mas também através da solidariedade demonstrada em relação aos outros. E o que restará não será solidariedade, mas apenas utilitarismo. Não que o escore já tivesse sido perfeito algum dia, mas o mais provável é que o pouco de solidariedade que ora existe seja cada vez mais substituído por um pragmatismo aberto. Uma crescente carência da alimentos é suficiente para constituir uma crescente pressão, fazendo as pessoas deixarem se arrastar por um crescente autoritarismo que promete soluções. E com a crescente insegurança das pessoas, a ganância - movida pelos objetivos de paz pessoal e prosperidade a qualquer preço - cresce.
Se estas pressões continuarem a se avolumar, o que parece provável, você acha que as pessoas, jovens ou velhos, vão lutar a um alto preço para elas mesmas, ao preço de sua paz pessoal e riquezas, pela liberdade do indivíduo? Os países que nunca tiveram a base da Reforma Cristã serão os primeiros a se curvar diante do autoritarismo. Já há uma série de países da Ásia e da África que seguiram por este caminho. Certos líderes governamentais do Ocidente, que muitas vezes eram homens modernos, não entenderam que liberdade sem caos não é nenhuma fórmula mágica que possa ser implantada em qualquer lugar. Pelo contrário, como homens modernos que eram, sua visão era de que, já que a raça humana havia certamente conseguido evoluir até certo nível, em um ano como 1950, era possível implantar a democracia em qualquer lugar, a partir de fora. Eles tiveram o cuidado de fechar os seus olhos para o fato de que a liberdade sem caos só era possível a partir de uma base cristã. Eles não entenderam que a liberdade sem caos não poderia ser divorciada das suas raízes.
E quando estas formas externas são impostas em uma visão de mundo, isso jamais pode redundar em liberdade sem caos, e, além disso, as pessoas não suportam quando a pressão cresce. As notícias nos jornais nos lembram de que, em muitos países que quiseram implantar uma democracia imposta de fora ou de cima, o que se acabava implantando, via de regra, era o autoritarismo.
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👈 Leia Também o artigo anterior desta série!
Fonte:
SCHAEFFER, Francis. Como Viveremos?. Cultura Cristã. 2003. p 183.
Sobre o Autor:
Francis A. Scheaffer (1912-1984) foi um dos gigantes do século 20. Seus livros foram traduzidos para mais de 25 idiomas com milhões de exemplares vendidos. A L'Abri Fellowship, fundada pelo casal Francis e Edith Scheaffer em 1955, é um memorial vivo de sua obra.
👇📕Outros livros de Scheaffer em português são:
2 - Poluição e a Morte do Homem
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
O NOVO NORMAL
por Dr. Mark McDonald, M. D.
Original: Sadismo - A próxima fase feia da Pandemia do Medo
No início da pandemia, senti simpatia e piedade por aqueles que escolheram viver com medo. Muitos haviam sido mal informados pela mídia, políticos e burocratas cujo investimento na acumulação de riqueza e consolidação do poder superou qualquer lealdade à ética, a verdade e ao bem-estar público. Agora acredito que manter essa simpatia pode não apenas ser imerecido, mas potencialmente prejudicial, porque o medo evoluiu para algo muito mais sombrio e destrutivo: sadismo - o prazer advindo de infligir dor, sofrimento ou humilhação ao outro.
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No verão de 2020, fui banido para sempre da companhia aérea Delta Airlines por beber água por mais de seis minutos em um voo de Atlanta para Moline, Iwoa. Pelo menos, foi o que me foi dito pela comissária de bordo, que aparentemente levava um cronômetro e o usava para medir a quantidade de tempo que passei com meu rosto descoberto após embarcar no avião. Quando o avião pousou, o "gerente da estação" me escoltou para fora, provocando uma salva de palmas dos outros passageiros. Eu não me ofendi pessoalmente - interpretei os aplausos como uma expressão de alívio e não de desprezo. A explosão que testemunharam da comissária de bordo os assustou, e minha rápida retirada do avião os fez sentir-se seguros. Senti pena deles em vez de raiva.
Mais de um ano depois, a situação mudou drasticamente. Certamente, ainda há muitos americanos que vivem com medo. Alguns sofrem de um estado de medo crônico há tanto tempo que uma forma mais precisa de descrevê-la seria "traumatizado". Outros, entretanto, superaram em grande parte seu medo e agora levando vidas de crueldade descarada contra seus semelhantes, e estão desfrutando cada minuto disso.
Recentemente, o famoso acadêmico esquerdista Noam Chomsky recomendou em uma entrevista que aqueles que optassem por não se vacinar deveriam se auto isolar. Quando lhe perguntaram como eles obteriam alimentos, ele respondeu que encontrar uma maneira de comer era "problema deles". Sua posição de assemelha à dos habitantes de cidades europeias da Idade Média que, ao descobrirem que uma mulher havia cometido adultério, a expulsavam do vilarejo para a floresta vizinha para se defender, plenamente conscientes de que ela morreria de fome, a menos que fosse comida viva pro animais selvagens primeiro. O sadismo no seu apogeu.
O apresentador (e não-vacinado) Dennis Prager se recuperou de uma infecção pelo coronavírus no mês passado. Durante seus três dias de ausência da transmissão, ele anunciou o motivo de sua folga. Ao retornar, ele leu no ar algumas das centenas de comentários feitos sobre ele por jornalistas, comentaristas e o público que foram publicados online ou postadas nas mídias sociais: "Espero que você morra". "Pessoas como você não devem ser tratadas". Você finalmente conseguiu o que merece". Ele explicou que nenhum desses comentários o aborreceu pessoalmente: "Não estou magoado com isto, mas sinto-me triste pelo meu país". Ele também pediu desculpas por desapontar essas pessoas, não morrendo e se recuperando em apenas três dias.
Considero que esses exemplos não descrevem o medo, ou mesmo a raiva. Eles exemplificam o sadismo. Os americanos começaram a ter prazer em ver outros americanos sofrendo. Esta enfermidade parece ser unidirecional. Quantos exemplos modem ser encontrados de indivíduos de escolha pró médica que pedem expressamente a morte daqueles que apoiam decretos de vacinação para todos? Os poucos que encontrei foram condenados categoricamente por pessoas de ambos os lados. Mas onde estão as condenações da multidão pró-decretos quanto as declaração genocida de Noam Chomsky, ou do comentaristas online que torcem pelo fim de Dennis Prager, cujo único crime é ter anunciado publicamente sua escolha pessoal de não se vacinar?
A Austrália concluiu a construção de "acampamentos de quarentena" que presumivelmente irão manter australianos que recusarem a vacina. Estes campos serão vigiados por militares (a imprensa brasileira está anunciando que é FAKE, mas cheque você mesmos e tire suas conclusões, lembre-se que Hitler também negou que estava criando guetos para os Judeus).
| Protestos contra vacinação obrigatória na Áustria |
Estas medidas sancionadoras do governo sobre a liberdade fundamental da autonomia corporal levantam comparações com o regime nazista. Para ser justo, ninguém foi ainda internado ou executado. Essa é uma distinção importante. A justificativa para políticas, porém, é estranhamente semelhante ao que todo regime totalitário usa para legitimar seus poderes policiais extrajudiciais: a segurança pública requer a eliminação de uma ameaça interna. Na Alemanha nazista dos anos 30, a ameaça interna eram os judeus. Hoje, a ameaça interna é a pessoa não-vacinada. Como o Presidente Biden gosta de dizer, apesar das provas médicas inatacáveis em contrário: "está é uma pandemia dos não-vacinados... e nossa paciência está se esgotando". Esse discurso feito por um presidente dos Estados Unidos não é apenas irresponsável, mas também encoraja os impulsos mais sombrios dos seres humanos.
| Estrela utilizada para marcar os judeus na Alemanha nazista. |
Quando a mídia, os políticos e os burocratas estão do lado do agressor ele fornecem tanto a cobertura social quanto jurídica para atos sádicos que até pouco tempo atrás praticamente todos os americanos (nós brasileiros também) teriam condenado publicamente. Agora nós não apenas toleramos a crueldade intencional, mas a encorajamos. Nós nos surpreendemos com a visão dos não-vacinados forçados a comer sua comida de restaurante em uma tenda ao ar livre não aquecida durante o inverno. Sorrimos com a demissão dos não-vacinados que se opõem aos mandatos do empregador, e alegremente lhes negamos tanto a rescisão como o auxílio desemprego. Celebramos os estado do apartheid médico que coloca em guetos os americanos que exercem opção médica. Afinal de contas eles fizeram suas escolhas. Deixe-os sofrer.
Eu trato crianças e adultos com doenças mentais. Vejo o lado negro da natureza humana e tento entendê-lo, para poder tratá-lo. Não tenho nenhuma simpatia pela ascensão do sadismo que vejo nos Estados Unidos, e nos americanos, hoje em dia. É feio, desprezível, e totalmente destrutivo. É fundamentalmente antiamericano.
"Meu corpo, minhas regras" agora foi substituído por "Vacina Liberta". E se você não concordar, eles terão o prazer de te mandar embora para o acampamento.
| Alemão carrega no braço a estrela amarela escrito não-vacinado. |
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